15th of February 2012, at IBMC Porto
Registrations until 10 February (via email: lasinfo@ibmc.up.pt) 
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PROGRAMA
9.45 AM – Recepção 10.00 AM – Sessão de Abertura – Carlos Noéme, Presidente do Conselho Directivo do Instituto Superior de Agronomia (ISA-UTL) – Pedro Fevereiro, Presidente do CiB – Centro de Informação de Biotecnologia – Robert Hanson, United States Department of Agriculture Regional Attaché – Diogo Santiago Albuquerque, Secretário do Estado da Agricultura (a confirmar)
10.15 AM – AgroBiotecnologia no Mundo – Peter Davies (Professor) – United States Department of State Jefferson Science Fellow
11.00 AM – Mesa Redonda – Pedro Fevereiro (moderador), Presidente do CiB – Centro de Informação de Biotecnologia – Jaime Piçarra – Secretário-Geral da IACA – Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais e representante da FIPA – Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares – João Manuel Neves Martins – Professor do Instituto Superior da Agronomia (ISA-UTL) – Gabriela Cruz, Agricultora Portuguesa
11.45 AM – Debate com a Audiência
11.55 AM – Encerramento
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No próximo ano, vamos ouvir falar (ainda mais) destas 12 brilhantes promessas que estão a destacar-se em várias áreas. É nisso que acreditam os 12 profissionais de renome a quem pedimos ajuda para elaborar a lista. Eles vão estar atentos. Nós também.
A escolha de Carlos Fiolhais, professor catedrático, director do Centro de Física Computacional da Universidade de Coimbra e divulgador de ciência.
Descodificar o genoma nacional
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O currículo brilhante não o qualifica exactamente como revelação, mas Carlos Fiolhais, possivelmente o físico mais famoso de Portugal, garante que o trabalho desenvolvido por Carlos Faro em Cantanhede é ímpar e que vai dar que falar em 2012. Director fundador do Biocant, o primeiro parque de Biotecnologia em Portugal, Carlos Faro é professor de Biologia Molecular e Biotecnologia da Universidade de Coimbra e prepara-se para lançar um projecto ambicioso: a longo prazo, o Porgene poderá levar à descodificação do genoma de toda a população portuguesa. Em parceria com a Universidade de Coimbra e a empresa Critical Software, o primeiro passo será a sequenciação do genoma de cem portugueses, entre os quais estarão ele próprio e o professor Carlos Fiolhais, um dos parceiros desta missão, numa amostra que se pretende representativa da população nacional.
Cumprida a meta de longo prazo, por enquanto incomportável do ponto de vista financeiro, é um admirável mundo novo que se abre em termos médicos. «Explicado de uma forma muito simples: se tem problemas de colesterol, conhecendo o seu background genético, o médico pode receitar-lhe um fármaco “à medida”, aumentando em muito a sua eficácia. A medicina tornar-se-ia personalizada, podendo ser adoptadas estratégias de prevenção e terapêutica ajustadas ao perfil genético de cada um, o que representaria uma enorme redução de custos ao Sistema Nacional de Saúde.» Se existisse uma base de dados genética de todos os portugueses, seria possível, por exemplo, ver automaticamente se existia um dador compatível de medula para o filho do jogador de futebol Carlos Martins. É a este projecto, com grandes potencialidades, mas também alguns desafios éticos e legais, que Carlos Faro dedicará, em exclusividade, o ano 2012, e a maioria das horas do seu dia. O que não será problema. «Quem trabalha nestas áreas não desliga, porque o trabalho é um prazer. Há sempre tempo para mais.» Catarina Pires, DN
A Treat U encontra-se entre cinco jovens empresas tecnológicas portuguesas que foram escolhidas para o projecto piloto “Empreendedorismo em Residência” da Universidade Carnegie Mellon (CMU), entre mais de 30 “start-up” portuguesas contactadas este ano em todo o país.
A Treat U dedica-se ao desenvolvimento de plataformas de base nanotecnológica para a entrega de agentes terapêuticos (fármacos ou siRNA) de forma específica e direccionada para o tumor. Este desiderato resulta de vantagens tecnológicas que as plataformas apresentam em relação aos diferentes produtos disponíveis comercialmente ou em ensaios clínicos. A tecnologia da Treat U constitui, assim, uma mais-valia para a Indústria Farmacêutica, não só pelo valor acrescentado para os doentes, médicos e unidades prestadoras de cuidados de saúde, mas também pela criação de um novo valor para fármacos já existentes cuja patente expirou ou irá expirar num futuro próximo. Desta forma, produtos como os desenvolvidos pela Treat U permitem à Indústria acautelar a extensão do ciclo de vida do seu pipeline, mantendo o nível das vendas anuais dos seus produtos.
Os sócios fundadores da Treat U (Vera Moura, João Nuno Moreira e Sérgio Simões) são profissionais na área do desenvolvimento farmacêutico. A equipa multidisciplinar, que entretanto acresceu a participação da Bluepharma, S.A., reúne as competências necessárias à concepção e desenvolvimento de plataformas de base nanotecnológica, determinação de parâmetros de farmacocinética, desenvolvimento de fármacos, farmacologia, ensaios clínicos e desenvolvimento comercial, preenchendo os requisitos da cadeia de valor do medicamento.
O histórico de inovação da TREAT U é um percurso de cerca de duas décadas que relata a evolução do conhecimento e da experiência de concepção de partículas dirigidas para a entrega de fármacos em terapia oncológica. Este caminho comprova também a capacidade de liderança de projectos de investigação científica e tecnológica financiados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), pela Agência de Inovação (ADI) ou pela Indústria Farmacêutica. Engloba ainda uma experiência profunda na área da Indústria Farmacêutica, pela participação de alguns dos promotores na criação de empresas como a Bluepharma – Indústria Farmacêutica S.A. e a Luzitin, S.A., assim como a integração de quadros altamente qualificados com experiência no desenvolvimento pré-clínico e clínico do primeiro medicamento criado em Portugal e lançado no mercado pela BIAL (Portela & Cª, S.A.), com é o caso de Luís Almeida.
Com o objectivo de promover a valorização da tecnologia desenvolvida em laboratório pela equipa fundadora, a Treat U pretende conduzir as plataformas a Ensaios Clínicos de Fase I e Fase II, com o intuito de estabelecer prova de segurança e eficácia terapêutica em humanos.
Esta participação neste programa criado pela Carnegie Mellon University permite alavancar as competências da equipa inicial da Treat U e procurar parcerias e investidores fora de Portugal. O programa enquadra-se nos objectivos da empresa, criando oportunidades de penetração no mercado global das terapias dirigidas em Oncologia
Cell2B, a biotechnology-based start-up founded by students from the MIT Portugal Program, is the 2011 winner of BES National Innovation Contest at Health Technology and Biotechnology track. Cell2B received the award for their project ImmuneSafe, the first product that Cell2B intends to launch to the market.
“ImmuneSafe is a cell therapy designed for patients who have shown signs of rejection after bone marrow transplantation and allows the modeling of the immune system in cases of acute rejection” explains David Malta, CEO of Cell2B.
So far the ImmuneSafe therapy has been successfully administered to seven patients at the Portuguese Institute of Oncology Francisco Gentil (IPO). David adds that “First we intend to validate the treatment of therapy-resistant severe acute graft-versus-host disease, that affects patients after a bone marrow transplant and, in severe cases, can to the patient’s death”.
The next step for Cell2B is to conduct a clinical trial in Europe, paving the way for commercialization. After the initial proof of concept it is now necessary to conduct a clinical trial to demonstrate efficacy and ultimately to achieve the marketing approval by regulatory agencies (INFARMED in Portugal and EMA in Europe). “Right now we are preparing this study with the regulators, we want to start by the end of next year,” said the CEO.
The prestigious award associate with its monetary value of 60.000 Euros is of great importance for the young start up: “Winning the ‘BES Inovação’ track a recognition stamp of the value for our project. For us, its promoters, is an additional motivation to continue our journey”.
The young company is aiming for a final off-the-shelf product that can be applied to several immune and inflammatory related diseases.
By: MIT-Portugal
A Associação Portuguesa de Bioindústrias (P-BIO) têm a honra de convidar V. Ex.a para participar no 6º Encontro Nacional de Empresas de Biotecnologia – BIOMEET 2011, que irá realizar-se na tarde de 2 de Dezembro de 2011, na Universidade do Minho, integrado no evento internacional MicroBiotec (http://microbiotec11.org/).
A P-BIO, representante da maioria das empresas de Biotecnologia portuguesas, tem nos últimos quatro anos organizado este encontro, que se constitui como um crucial contributo para a expansão do sector em Portugal. No seguimento do sucesso alcançado pelas edições anteriores, a P-BIO considera que a realização de um sexto encontro mostrando o crescimento e potencial da Biotecnologia Portuguesa é não só importante mas mesmo imprescindível.
O BIOMEET 2011 estará enquadrado num contexto francamente internacional dedicado ao sector, uma vez que integrará – em colaboração com a Universidade do Minho e numa sessão dedicada ao empreendedorismo, financiamento e internacionalização do sector – um evento com difusão internacional com a duração de 3 dias. O Microbiotec espera reunir mais de 2000 participantes de 30 países, incluindo parceiros da indústria, das universidades, do governo e da comunidade financeira, todos empenhados no desenvolvimento da Biotecnologia, Microbiologia e Nanotecnologia , áreas de relevância transversal aos mais importantes sectores económicos. O evento abordará os reais problemas das empresas, as oportunidades neste campo e as mais-valias que a Biotecnologia pode trazer, pretendendo também estimular o empreendedorismo universitário.
O BIOMEET 2011 será portanto uma excelente oportunidade para promover as empresas de biotecnologia portuguesas perante um conjunto de entidades internacionais, nomeadamente potenciais parceiros, investidores e clientes, e para fomentar o networking entre todas as entidades envolvidas neste sector em Portugal, nomeadamente as Universidades e as entidades ligadas ao Capital de Risco e aos Governos nacionais e estrangeiros.
Programa (*sujeito a confirmação)
14:00 – Recepção e Inscrição dos Participantes
14:30 – Boas-Vindas – Presidente da P-BIO
14:35 – As Novas Start-up’s e os estímulos à criação de novas empresas em ciências da vida Oradores Painel: Cell2B, Luzitin, Matera, Silicolife, Dr. João Fernandes (Inovcapital) Moderador Painel 1: Prof. Doutor Carlos Faro
15:30 – Apresentação do Sector e introdução do painel seguinte pelo moderador
15:40 – Financiamento e Internacionalização na Biotecnologia Oradores do Painel: Eng.º Roberto Branco (Beta Capital), Doutor Daniel Neves (Biosurfit), Doutor Nuno Faria (Biotempo- Projecto Sorus), Dr Mário Pinto (Change Partners)*, Secretária de Estado para a Ciência* Moderador Painel 2: Doutor Nuno Arantes-Oliveira
16:30 – Encerramento Vice-Presidente da P-Bio
Inscrições deverão ser efectuadas através do e-mail sara.monteiro@apbio.pt com os seguintes dados de inscrição: – Nome, Instituição, contacto e NIF; – Selecção de uma das opções: Membros APBIO: 25 euros; Estudante: 25 euros; Faculdade: 50 euros; Não membro: 70 euros e Inscritos no evento Microbiotech com envio de comprovativo: entrada livre; – Pagamento deverá ser efectuado através do NIB: 003300000024545093505;
Integrado no evento internacional MicroBiotec (http://microbiotec11.org/)
Informamos que a participação nesta sessão é gratuita e inclui:
- Acesso livre a todas as atividades do MicroBiotec no dia 2 de Dezembro;
- Coffee-break (manhã e tarde);
- Almoço volante (dia 2 de Dezembro).
Agradecemos a confirmação da sua presença através do preenchimento da ficha de inscrição em anexo e enviar para:
E-mail: cm@oficinadainovacao.pt ou FAX: 253 20 40 49
Local: DITS • Universidade de Coimbra – Pólo II • Casa Costa
Alemão • R. Dom Francisco Lemos – Coimbra
Público-alvo:
Este módulo destina-se a pessoas com algum conhecimento de Propriedade Intelectual (independentemente de possuírem ou não contacto directo com qualquer pedido de patente) bem como a interessados que possuam especialização ou conhecimentos em biotecnologia.
Objectivos:
O participante no final desta acção deverá ser capaz de: compreender as principais especificidades de patentes para invenções de biotecnologia; e identificar o que pode e o que não pode ser patenteado nesta área. Será adquirida familiarização com a legislação portuguesa, europeia e americana no que respeita à patenteabilidade de genes ou sequências genéticas parciais.
Inscrições e mais informações AQUI
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