Biotecnologia – Portugal

Harvard Medical School Portugal promove Workshop “RNA Therapeutics” 26/02/2010

Filed under: Biotecnologia,Eventos — Hugo Azevedo @ 23:09

Decorre a 4 e 5 de Março na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, o workshop subordinado ao tema RNA Therapeutics.

Os promotores, Harvard Medical School Portugal e a EURONEST, pretendem reunir especialtas de renome, tanto da área clínica como investigadores, para debater os objectivos presentes e futuros no âmbito da RNA.

A entrada é gratuita mas necessária a inscrição prévia através do  email:
patrodrigues@hmsportugal.org

Cartaz_RNA

Programa no seguinte link: INSA

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Amorim Cork Research e Biocant juntam-se no projecto GenoSuber

Filed under: Biotecnologia,Notícias — Hugo Azevedo @ 17:04

A CORTICEIRA AMORIM, através da sua subsidiária Amorim Cork Research, a Biocant – Associação de Transferência de Tecnologia e o Instituto Nacional de Recursos Biológicos vão iniciar um projecto de investigação científica intitulado ”GenoSuber – Sequenciação do Genoma do Sobreiro (Quercus Suber), que tem como parceiros a Apcor – Associação Portuguesa de Cortiça e a Associação Industrial da Fileira Florestal.

 

O projecto, formalizado no passado dia 9 de Fevereiro nas instalações da Biocant, com a presença do Primeiro-Ministro, José Sócrates, do Secretário de Estado da Ciência e Tecnologia, Manuel Heitor, e de representantes das entidades envolvidas, tem como objectivo principal o conhecimento do património genético do sobreiro, umas das espécies de árvores com maior interesse económico e social em Portugal, e abre um novo campo de investigação na fileira florestal, considerada fundamental, despoletando a possibilidade de investigações futuras.  

 

A importância do sobreiro, base de uma indústria em que Portugal é líder mundial, – que se traduz numa quota de mercado internacional de 60% em produtos de cortiça, na manutenção de milhares de postos de trabalho e que representa 30% das exportações portuguesas de produtos florestais -, fundamenta por si só o desenvolvimento do projecto no nosso país.

 

A sequenciação do genoma do sobreiro, feita com o recurso a tecnologia de última geração, abrirá um campo de novas possibilidades para o sector da cortiça, na medida que permitirá delinear estratégias ao nível do melhoramento da espécie como o aumento de resistência a factores bióticos e abióticos, a promoção do crescimento rápido ou o aumento de produção de cortiça, com repercussões importantes a médio e longo prazo no sector produtivo e económico.

 

Alguns dos genes a procurar revestem-se de particular interesse para a indústria da cortiça, tanto ao nível das actuais aplicações, como para as que se encontram ainda em fase de desenvolvimento. A actuação da CORTICEIRA AMORIM neste projecto reveste-se de grande importância na medida em que possibilitará, com base no know-how e na verticalidade do seu negócio, identificar as características com mais potencial e interesse em conhecer nos genes associados.

 

O GenoSuber vai decorrer no espaço temporal de 36 meses, em diferentes fases, estando planeadas quatro actividades: estudos preliminares, aquisição e desenvolvimento de novos conhecimentos e capacidade para o desenvolvimento, e por fim promoção e divulgação dos resultados.

 

By: CiênciaPT

 

Super BLOG awards

Filed under: Uncategorized — Hugo Azevedo @ 12:09

Boa tarde a todos os leitores 🙂

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Biocombustível para aviões a partir do lixo 23/02/2010

Filed under: Biodiesel,Notícias — Hugo Azevedo @ 15:14

CREDIT : MARTIN DOHRN / SCIENCE PHOTO LIBRARY

A companhia de aviação British Airways ira construir a primeira unidade da europa de produção de biocombustível para aviões.

Segundo o repórter da BBC Richard Scott, a unidade deverá ser capaz de produzir 60 milhões de litros de combustível para abastecer os aviões da empresa britânica.

Para isso, serão consumidas 500 mil toneladas de lixo por ano.

 

Utilidade do lixo

A unidade começara a ser construida em 2012 na zona leste de Londres pela empresa americana Solena Group e deverá entrar em operação passado 2 anos. Pelo acordo, o grupo americano custeará a construção, enquanto a British Airways se compromete a comprar toda a sua produção.

Segundo a companhia, com esses 60 milhões de litros será possível abastecer apenas 2% dos voos que descolam do Heathrow, o principal aeroporto inglês.

Além de ser menos poluente, esse biocombustível é mais benéfico ao meio ambiente por reaproveitar o lixo comum. Normalmente, esse material permanece em aterros sanitários produzindo gás metano, um dos gases causadores do efeito estufa.

 

Biocombustíveis para aviação

A iniciativa da British Airways vem na esteira de outras medidas adoptadas por empresas do sector.

Em Fevereiro de 2008, a Virgin Atlantic Airways realizou um voo pioneiro à base de biocombustível entre Londres e Amesterdão. O Boeing 747 voou sem passageiros a bordo e teve um de seus quatro motores movido por um biocombustível produzido a partir de óleo de coco.

Desde então, diversos voos a partir de outros biocombustíveis experimentais vêm sendo realizados pelo projecto Combustível Sustentável para Aviação, uma iniciativa que inclui companhias aéreas, como a própria Virgin e a Continental Airlines, além de fabricantes de aeronaves como a Boeing.

Em um relatório divulgado em Junho do ano passado, o grupo diz que seus biocombustíveis produzem 65% a 80% menos poluentes atmosféricos do que os combustíveis à base de petróleo.

“Todas as combinações utilizadas em voos de teste atingiram ou mesmo superaram as expectativas de desempenho como combustível de avião”, diz o relatório. “Para todos os voos experimentais, os biocombustíveis não demonstraram qualquer efeito adverso nas aeronaves”, completa o texto.

 

A Biotecnologia na Universidade do Minho 18/02/2010

Filed under: Biotecnologia,Notícias — Hugo Azevedo @ 11:19

O Centro de Engenharia Biológica da Universidade do Minho está a estudar métodos de tratamento de biomassa, com vista à sua valorização energética através da produção biológica de combustíveis como o metano, o hidrogénio, o etanol, e o butanol.

 

A docente do grupo de investigação em biotecnologia ambiental, Madalena Alves, recentemente distinguida numa universidade da Roménia pelo estudo que desenvolve na área, adiantou que o trabalho do organismo “enquadra-se na vertente biotecnológica da transformação de biomassa em vários produtos de valor acrescentado”.

 

 Estes podem ser desde biocombustíveis gasosos como o metano e o hidrogénio, ou químicos e combustíveis como o butanol.
 

 

“Por exemplo, o glicerol, um subproduto originado na produção de biodiesel, cuja produção atinge 600 mil toneladas por ano na Europa, é um excelente ponto de partida para outros produtos que podem ser usados no dia-a-dia, incluindo plásticos biodegradáveis e combustíveis”.

 

A investigadora acrescentou que “este é o caminho do futuro e a biotecnologia tem um papel importantíssimo na mudança de paradigma dos hidrocarbonetos para os hidratos de carbono”.

 

Para Madalena Alves “qualquer resíduo ou efluente que contenha uma quantidade apreciável de matéria orgânica biodegradável deve ser tratado num processo biológico produtor de energia na forma de biogás ou de hidrogénio e só depois sofrer um pós tratamento de afinação”.

 

 

“Dentre as matérias-primas passíveis de produzir biogás contam-se as lamas das Estações de Tratamento de Águas Residuais, os chorumes animais de vacarias, suiniculturas e aviculturas, os efluentes agro-industriais e agro-alimentares, de matadouros, e de processamento de peixe”, revela a investigadora.

 

 

Recursos naturais não são infinitos, “o desgaste dos recursos naturais, o aumento exponencial da população mundial e a crescente pressão ambiental associada ao desenvolvimento, ameaçam a sustentabilidade da vida na terra”, defende.

 

Em sua opinião, “as fontes fósseis de energia (carvão, petróleo e gás natural) são finitas e é necessário encontrar alternativas que permitam assegurar a vida das gerações futuras”.

 

 

“A Biotecnologia é uma área emergente porque, a médio prazo, a economia baseada na transformação de hidrocarbonetos do petróleo com base em processos petroquímicos, passará a ser dominada pela transformação de biomassa (hidratos de carbono e também gorduras e proteínas), com base em processos biotecnológicos”.

 

By: CiênciaHoje

 

Pentágono financia projecto de desenvolvimento de organismos sintéticos imortais 10/02/2010

Filed under: Biotecnologia,Notícias — Hugo Azevedo @ 13:07

A agência do Pentágono DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency) vai investir seis milhões de dólares para a pesquisa na criação de organismos sintéticos com capacidade de viverem para sempre.

  

O DNA desses organismos será manipulado para os fazer imortais ou morrerem quando lhes for indicado. Este projecto para criar vida artificial será desenvolvido a partir deste ano e poderá ter propósitos militares. 

 

O projecto, intitulado «BioDesign», foi apresentado no programa de financiamento para 2011 desta agência e já está a provocar polémica. Em alguns meios de comunicação já se fala da criação de “replicantes”, como no famoso filme de Ridley Scott, «Blade Runner», baseado livro de ficção científica escrito em 1968 por Philip K. Dick. 

 

O que se pretende, pode ler-se no resumo do projecto é “eliminar a aleatoriedade do avanço evolutivo natural, principalmente através da engenharia genética e das tecnologias de biologia molecular, para se conseguir produzir um determinado efeito”.

 

No documento diz-se ainda que o objectivo é “desenvolver uma sólida compreensão dos mecanismos colectivos que contribuem para a morte da célula de modo a permitir a criação de uma nova geração de células regenerativas que podem ser programadas para viver indefinidamente”.

 

Inauguração de novo edifício do Biocant

Filed under: Biotecnologia,Notícias — Hugo Azevedo @ 12:40

 

A inauguração do Biocant II alarga para 15 o número de empresas ligadas à investigação em biotecnologia sedeadas no Biocant e marca o início da segunda fase do projecto, iniciado em finais de 2005.

 

 

“O plano de expansão implica mais três edifícios, um dos quais, o do Centro de Neurociências [e Biologia Celular da Universidade de Coimbra (CNC/UC], é determinante para o futuro do projeto”, disse hoje à agência Lusa Carlos Faro, presidente do conselho de administração do Biocant.

 

Segundo aquele responsável, também director científico do parque de biotecnologia, o edifício do CNC/UC “vai permitir atingir a massa crítica”, possibilitando a transferência para Cantanhede de 150 investigadores.

 

O projecto de expansão do pólo de inovação e investigação científica aplicada em ambiente empresarial prevê ainda a criação de uma unidade piloto de biotecnologia industrial (denominada Biopilot) e outra ligada à realidade virtual.

 

A caminho do quinto ano de existência, Carlos Faro admite que o Biocant é já uma iniciativa consolidada na área da investigação em biotecnologia e que o “mérito” e “sucesso” do parque empresarial “ultrapassam, de longe, as expectativas”.

 

 

 

“Há hoje muitos doutorados na área das biociências que tiveram o engenho e a possibilidade de criarem as suas próprias empresas e acederem a laboratórios fora das universidades”, sustentou.

 

O Biocant tem o seu website remodelado e com muito mais informação visitem-no que vale a pena!

Biocant